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  • Dicas de português para concurseiros

    29/07/2016

    Woman studying at the library with books

    Como muitos concurseiros já sabem, a prova de português é responsável por eliminar vários candidatos que acham que já dominam essa matéria e na hora da prova não sabem resolver as questões. Dar importância também para os assuntos de português é fundamental para sair na frente daqueles que não se prepararam para essa prova. Fique ligado nas dicas:

    Vírgula entre sujeito e predicado

    Você talvez se lembre das suas aulas de português, na época da escola básica, em que o professor dizia que a vírgula pode significar uma pausa num período, não é mesmo? Isso é verdade. Porém, muitos estudantes costumam colocar vírgula onde ela não deveria estar.

    Por exemplo, a vírgula não pode separar o sujeito e o predicado. Logo, frases como “Maria e João, compraram uma casa” ou “O presidente da empresa, esteve no evento” estão incorretas. Muitas vezes, esse tipo de erro ocorre porque as pessoas reproduzem a pausa da fala no texto escrito.

    Verbos impessoais da língua portuguesa

    Alguns concurseiros erram algumas questões de prova justamente por acharem que certas formas faladas também são corretas na norma culta. Por exemplo, os verbos “haver”, no sentido de existir, e “fazer”, no que se refere a tempo decorrido, são impessoais. Por esse motivo, esses verbos ficam na terceira pessoa do singular.

    Por exemplo: “Há várias opções de pratos neste restaurante” ou “Faz dez anos que estive em São Paulo”. Note que, no sentido de realizar alguma ação, o verbo fazer é conjugado, como em “As alunas fizeram o trabalho de língua portuguesa”.

    Diferença entre “há” e “a”

    “Há” e “a” são bastante confundidos em textos, mas possuem sentidos bem diferentes. Como já mencionamos anteriormente, “há” é a forma impessoal do verbo haver no sentido de existir. Ela também serve para designar tempo transcorrido. Logo, “há” se refere a algo no passado, como em “Há 18 anos moro nesta cidade”.

    A propósito, não devemos usar ao mesmo tempo “há” e “atrás”, para não se cometer pleonasmo, que é a redundância ou a repetição do que se quer dizer. Vale lembrar também de que a forma impessoal “há” fica sempre com o acento agudo.

    Já a preposição “a” serve para introduzir uma indicação de tempo futuro ou expressar uma distância. Por exemplo: “O show começa daqui a duas horas” e “A minha casa está a 15 km da faculdade”. A preposição “a” é que se une ao artigo “a” nas crases, como em “A reunião começará às duas horas”.