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  • Concurso da Defensoria Pública do DF, como se preparar?

    25/04/2016

    Entre dois pontos (ponto 1: preparação e ponto 2: aprovação), podem existir curvas com muitas angulações. O ideal é que a linha seja a mais retilínea possível, ou seja, que o candidato se prepare da maneira mais efetiva e rápida, de modo a garantir o sucesso da aprovação entre os primeiros colocados. Sim, na Defensoria do DF, não basta passar no concurso! É preciso passar bem classificado para que consiga ser nomeado. Infelizmente, muitos aprovados não têm sido nomeados.

     

    O ponto de partida é o último edital, do ano de 2013. Leia-o e o compreenda, pois ele será a base do próximo edital. Afinal, é provável que a banca seja a mesma (CESPE) e que a prova objetiva seja composta de itens para julgamento (200 itens) sobre as mesmas matérias da prova passada (Administrativo, Penal, Processo Penal, Civil, Empresarial, Consumidor, Direitos Difusos e Coletivos, Criança e Adolescente, Humanos, Tributário e Previdenciário, além de Legislação de Defensoria).

     

    Como se preparar para a objetiva? Simule a última prova objetiva sem consulta (sob o elemento surpresa) e no tempo de prova que foi dado pelo edital à época, de preferência sentado numa manhã de domingo, sem interrupções.

    Depois, corrija sua prova pelo gabarito definitivo e veja sua nota, matéria por matéria. Você descobrirá as matérias em que está pior e as em que está melhor, proporcionalmente (percentual de itens acertados e errados). O estudo deverá começar pelas matérias de pior desempenho. Dentro dessas matérias “ruins”, verifique o que mais você errou: lei seca, doutrina ou jurisprudência. Feito esse levantamento, você saberá exatamente onde o seu calo aperta.

     

    Agora, mãos à obra.
    Separe para cada uma dessas matérias “ruins” em quatro tópicos:

    1) Resumo ou livro (de preferência voltado para concurso) atualizado (2015 ou 2016), para ter como leitura base;

    2) Toda a legislação seca que envolve a matéria;

    3) Todas as súmulas e toda a jurisprudência de 2015 e 2016 sobre a matéria (sugiro informativos por ramos ou temas nos sites do STF e do STJ);

    4) Todas as questões da banca (CESPE) sobre a matéria nos últimos quatro anos (ver site do CESPE).

     

    Não estude menos de 6 horas por dia. Se você estudar menos de 6 horas, saiba que estará estudando menos do que a média dos aprovados nos concursos mais difíceis.
    Portanto, vire-se para arrumar 6 horas líquidas como média diária.

    Divida seu tempo diário por três e dedique um terço das horas líquidas para cada uma das três matérias “piores”. Por exemplo: no simulado fui pior em Empresarial, Civil e Processo Penal. Vou começar os estudos por essas três matérias, dedicando pelo menos 2 horas por dia para cada uma delas.

    Leia o resumo ou o livro delas. Depois de acabar, leia toda a lei seca sobre essas matérias. Então leia as súmulas e a jurisprudência sobre elas. Enfim, faça todas as questões da banca dos últimos quatro anos sobre cada uma delas. Isso é o que chamamos ciclo um (as três piores matérias).

    No ciclo dois, você fará o ciclo relativo às matérias “médias” (desempenho mediano no simulado).

    No ciclo três, você fará o ciclo relativo ás matérias “boas” (desempenho bom no simulado).

    E, assim, você fechará o edital em, espera-se, até quatro meses.

     

    Ao final dos três ciclos, refaça a prova do último concurso da DP DF 2013 e compare com o simulado feito antes.

     

    Bom, sugestões são ouvidas aos montes. O que eu descrevi acima é o que eu faria se fosse estudar para a DP DF hoje!

    Consultor Hebert R. Mesquita.

     

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